terça-feira, 27 de maio de 2008

Classificação e Seriação

A Classificação enfatiza as semelhanças entre os elementos dos conjuntos e a seriação trabalha mais com as diferenças entre eles. Sabemos, quando estamos seriando os elementos, quando estabelecemos entre eles uma relação de diferença que possa ser quantificada, permitindo que os elementos sejam colocados em ordem crescente ou decrescente, pois assim teremos uma fila, na qual cada elemento tem o seu lugar bem definido. É fundamental iniciarmos o trabalho com classificação e seriação utilizando materiais que os alunos conheçam como brinquedos, sucatas, materiais escolares, blocos lógicos, pois assim, ela irá se familiarizar com os atributos de cada objeto e o levantamento de semelhanças e diferenças que existem entre os mesmos, construindo o seu pensamento lógico-matemático.


Abraços!!!

Shirley

Ciclos da Natureza


Noções de Tempo e Espaço

Foi muito interessante o vídeo “BALANCE”, que assistimos para realizar uma atividade da Interdisciplina de Ciências, pois nos mostrou que a ocupação do espaço dos habitantes, daquele universo, era limitada, somente poderiam fazer algo, quando todos fizessem juntos, pois o equilíbrio dependia de todos, que pertenciam aquele lugar.
Percebi que mesmo convivendo num espaço restrito, todos pensavam juntos e suas ações eram bem calculadas, para que pudessem assim, realizar suas atividades, em conjunto.
Realmente, ações individuais alteram o equilíbrio de um sistema, pois no momento em que apareceu um objeto que não fazia parte do universo, eles começaram a disputá-lo e esqueceram que precisariam uns dos outros para manter o equilíbrio do lugar, e poder assim, juntos descobrir o “novo”.
É importante, o trabalho em grupo, pensarmos, refletirmos e acharmos soluções possíveis para os problemas existentes, e assim, manter um bom convívio com todos, para podermos ter um ambiente saudável e de qualidade.
A proposta do filme “Balance”, tem muita relação com o Desequilíbrio Ambiental, pois apresenta pessoas que convivem numa sociedade e que em determinados momentos, vivem uma mudança de comportamento, onde os valores de convivência em grande grupo, é esquecida, tornando-se pessoas egoístas e gananciosas.
O ser humano tem em suas mãos, o poder de viver em equilíbrio com o meio ambiente, pois ele exerce ação sobre o meio em que vive transformando e mudando, às vezes para melhor, mas em muitas, somente para o seu conforto e poder, destruindo assim, o ambiente em que vive.
Como no filme, nós também vivemos numa sociedade em que estas mudanças ocorrem, mas elas devem ser discutidas, questionadas e analisadas, pois fazemos parte integrante deste contexto social e das interações que nele ocorrem.
Abraços!!!
Shirley


segunda-feira, 14 de abril de 2008

Memórias e Educação

Durante muito tempo, o planejamento do ensino de Estudos Sociais, foi marcado apenas por datas comemorativas, heróis e um profundo sentimento patriótico, onde os alunos recebiam os conteúdos e decoravam nomes, datas “importantes” e realizam provas objetivas. Os conhecimentos se davam através da memorização e repetição oral dos textos contidos nos livros didáticos.
Com base nesse método de ensino, o professor ignorava a realidade do aluno, a tentativa de reflexão, de pensamento e de crítica que o conhecimento histórico pudesse trazer para uma leitura mais profunda do passado, do presente e do futuro. Como aluna, vivi este momento, onde os conteúdos eram transmitidos e decorados, sem debates, reflexões e discussões sobre os assuntos abordados.
No início da minha trajetória docente, também pensava que o ensino de Estudos Sociais, era apenas um repasse de conteúdos pré-estabelecidos, principalmente de datas comemorativas como “Dia do Índio”, “Dia das Mães”, “Tiradentes”, etc. Mas, aos poucos, percebi que estes conhecimentos não acrescentavam no desenvolvimento cognitivo e intelectual dos nossos alunos, pois, os mesmos, não participavam ativamente com reflexões, pesquisas e debates em grande grupo.
Através da leitura do texto “Do acaso a Intenção em Estudos Sociais”, de Maria Aparecida Bergamaschi, pude perceber a importância de um planejamento no ensino de Estudos Sociais, onde devemos respeitar o saber prévio dos alunos, os seus interesses e as diferenças culturais existentes na comunidade, tornando assim, uma aula mais ativa e eficaz,
Para que isto, aconteça de fato, o professor precisa planejar para poder alcançar objetivos e metas, que visam ações organizadas, flexíveis e significativas. O aluno passa de um ser passivo, nas aulas, para um ser ativo, a procura de hipóteses e soluções, para as suas dúvidas, através de pesquisas na família, na comunidade, em revisas, jornais, nos passeios em museus, bibliotecas, no bairro, etc.


Abraços!!!

Shirley

Concepção de Natureza: relação ser humano e ambiente

Esta primeira atividade da Interdisciplina Representação do Mundo pelas Ciências, foi muito interessante, pois conseguimos analisar, os trabalhos, através das representações de natureza, que realizamos na aula presencial, e poder assim, avaliarmos nossas concepções sobre ela, desde a infância, até os dias de hoje.
Observando os desenhos das minhas colegas, percebi que a palavra que teve as representações mais semelhantes foi à ÁRVORE. A explicação para isso, é porque esta palavra na nossa mente retrata uma imagem real que está presente na nossa memória, desde a nossa infância, onde nos apresentaram um modelo pronto, que apenas deveríamos reproduzi-la.
A palavra que foi mais difícil de representar foi a SAUDADE, pois desenhar algo que não podemos ver e nem tocar é simplesmente difícil de representar. O que não é visível aos nossos olhos é muito difícil de desenhá-la.
A palavra que teve as representações mais diferentes foi a FORÇA, pois cada um apresentou um desenho, de acordo com a sua própria compreensão sobre esta palavra.

Percebi que as palavras abstratas, que envolvem sentimentos, não tiveram um modelo pronto a seguir, desde a nossa infância, e assim, cada um teve que representar, com base nas suas experiências de vida, tornando assim, impossível ter desenhos semelhantes ou iguais.

Abraços!!!

Shirley

sexta-feira, 21 de março de 2008

Recomeçar...


PEQUENOS VALORES... (desconheço o autor)


Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol

É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor

É renascer a cada dia

É aprender a crescer a cada momento

É acreditar no amor

É inventar a própria vida...

No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza, a dor, o amor,

desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas.

São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada.

Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim "caminhar".

Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas,

o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho,

para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro:

Cresci

Chorei

Sorri

Caí

Levantei

Aprendi

Amei

Fui amado

Perdi

Venci

Vivi

E, principalmente, sou uma pessoa feliz!


Boa semana !!!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Apresentação do Portfólio de Aprendizagens

A minha Apresentação do Portfólio de Aprendizagens, foi realizada no Power Point com palavras e frases importantes das Interdisciplinas deste semestre.


INTERDISCIPLINARIDADE
Esta palavra foi muito importante neste semestre, pois percebi que podemos realizar um trabalho interdisciplinar, oferecendo aos nossos alunos oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento numa perspectiva de totalidade, superando a visão fragmentada do conhecimento. Reconhecer que o conhecimento não é dado, mas construído com a junção de saberes e fazeres, permitindo uma compreesão global da realidade que nos cerca.

INTERDISCIPLINAS
É interessante como este semestre, através das interdisciplinas de Teatro, Artes Visuais, Música, Ludicidade, Seminário Integradorlll e Literatura Infanto juvenil, estão interligadas, pois podemos desenvolver atividades de uma interdisciplina, juntamente com todas as outras interdisciplinas.
Uma prática interdisciplinar pressupõe troca, reciprocidade, busca, uma construção coletiva.

APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS
Durante este semestre venho adquirindo muitos conhecimentos importantes para a minha vida pessoal e principalmente profissional. Dentre estas aprendizagens significativas, vou destacar algumas que estão me auxiliando na minha prática em sala de aula.

Aula de Teatro (Interdisciplina de Teatro) - Percebi que as aulas de Teatro vão além das dramatizações de textos prontos e decorados, mas que podem ser momentos carregados de espontaneidade, visando a participação ativa do aluno no processo ensino-aprendizagem. Através de jogos teatrais e dramáticos, os alunos se envolvem em diferentes situações, onde irá favorecer a espontaneidade, a imaginação, a criatividade, a cooperação, a criticidade e a improvisação, tornando estes momentos muito mais prazeroso e gratificante.

Leitura e Releitura de Obras (Interdisciplina Artes Visuais) – Através das leituras e releituras das obras de autores conhecidos ou desconhecidos, os alunos fizeram uma interpretação de acordo com o seu ponto de vista e descobriram que cada um tem um olhar diferente ( mesmo sendo a mesma obra). Segundo Ana Mãe Barbosa “ È importante que os alunos socializem suas produções, discutam sobre suas releituras e a partir delas. As diversas interpretações sobre um mesmo trabalho e a troca dessas opiniões proporcionam a ampliação do repertório visual, do vocabulário e das experiências em artes dos envolvidos neste processo.

Influência da Mídia no gosto musical (Interdisciplina de Música)– Foi surpreendente, nesta interdisciplina, como a mídia influência no gosto musical de nossas crianças. Através do texto "Por que você houve tanta porcaria?”, percebi que a mídia usa a música somente como produto, onde as industrias fonográficas comanda o que vai ser tocado nas rádios e nas televisões, onde o poder dita as regras. Por isso comecei a levar para os meus alunos boas músicas e que eles possam decidir o que querem ouvir, cantar e dançar. A música desenvolve o pensamento criativo, emoções diversas, ritmo, etc.

O Lúdico na Sala de Aula (Interdisciplina de Ludicidade)– Ela se encontra presente em todas as outras interdisciplinas, demonstrando uma integração importante e essencial para a nossa prática pedagógica. É fundamental que o professor reconheça que as atividades realizadas de forma lúdica são muito mais significativas para a pessoa que brinca. Como diz Tânia Fortuna e eu concordo plenamente, “É através da brincadeira que a criança interage e se conecta com o mundo de uma forma espontânea, criativa, num clima de descontração, tornando estes momentos marcantes e significativos na sua vida". O brincar já fazia parte das minhas atividades na minha escola, mas não com o valor que realmente deveria ter. Hoje, o brincar está ligado a desenvolvimento e construção do conhecimento, sendo um instrumento importante na aprendizagem dos nossos alunos, pois aprender brincando é muito mais interessante e prazeroso.

Evidências e Argumentos (Seminário Integrador lll) – Esta interdisciplina nos proporcionou através do filme “Doze homens e um destino”, que devemos questionar as evidências apresentadas e poder argumentar sobre tal assunto, analisando e refletindo, pois muitas vezes, podemos mudar a nossa opinião e de outras pessoas também, a respeito de algo que até então parecia certo.

Contação de Histórias (Interdisciplina de Literatura Infanto Juvenil)– As histórias são atraentes cheias de fantasias e emoções, contém situações que se aproximam do cotidiano da criança, vivências afetivas e sonhos.

CONHECIMENTOS ADQUIRIDO
CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

A história funciona como uma ponte entre o real e o imaginário, onde ela observa diferentes pontos de vista, vários discursos, amplia sua concepção de tempo e espaço.

#Contar histórias é uma arte que deve ser bem planejada.
#São fontes de experiências e meios de ampliar os nossos horizontes e de aumentar o nosso conhecimento.
#Contar /ouvir histórias proporciona oportunidades para desenvolvermos nossa imaginação e enriquecemos nosso vocabulário.

TÉCNICAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS
Domínio da História
– Conhecer bem a história, para não nos surpreendermos com a pronuncia das palavras, pausas no lugar errado e também com o conteúdo da história. A ensaísta cubana Alga Marina Elizagaray diz: “O narrador tem que transmitir confiança, motivar a atenção e despertar admiração”.
Interação com o público – Envolver os alunos na história, fazendo-os participar ativamente, deste momento mágico do faz-de-conta.
Entonação de voz – É muito importante imitar a voz dos personagens,
Movimentos e expressões faciais – Fazer os movimentos necessários da história como o galopar do cavalo, etc., E as expressões de alegria, tristeza, espanto ou medo.
Músicas – Cantar ou colocar músicas de acordo com a história, pois os alunos entram na história também com os olhos e sonham com tudo aquilo que está acontecendo.
Recursos materiais – Cenário, maquiagem e roupas confeccionadas ou não e outros materiais como fantoches, palitoches, teatro de sombras, etc.

“Ouvir histórias estimula o desenhar, o musicar, o teatrar, o imaginar, o brincar, o ver, o escrever, ou seja, devemos perceber que proporcionar as crianças momentos de ouvir histórias é antes de tudo, permitir-lhes que vivam na infância a fantasia do seu mundo”.

PRÁTICA PEDAGÓGICA
Realizei na minha escola esta atividade, com a história do Chapeuzinho Vermelho, onde eu conhecia bem o texto. Percebi o quanto os contos de fadas, ainda proporcionam momentos mágicos e fascinantes entre os meus alunos.
Narrei a história, observando as técnicas para uma boa Contação de História. Os alunos participaram ativamente, através de alguns questionamentos. Após, conversamos, discutimos em grande grupo e pediram para dramatizá-la, foi muito interessante, eles colaboravam espontaneamente, improvisando as falas e gestos. Revezavam os personagens. Foi trabalhado, também, valores de respeito, solidariedade, amizade e honestidade. Vivenciaram momentos de medo, angustia, raiva e etc.

Importância das HISTÒRIAS na vida da criança
Segundo Fanny Abramovich do texto “Gostosuras e Bobices”.
“Ah, como é importante para a formação de qualquer criança ouvir muitas, mas muitas histórias...Escutá-las é o início da aprendizagem para ser um leitor, e ser leitor é ter um caminho absolutamente infinito de descoberta e compreensão do mundo”.

Um Grande Abraço!!!

BOAS FÉRIAS !!!
Shirley

sábado, 8 de dezembro de 2007

MÚSICA POPULAR BRASILEIRA PARA CRIANÇAS

Esta aula foi desenvolvida na Escola de Educação Especial João de Barro, com uma turma de Educação de Jovens e Adultos EJA/Pré-Alfabetização. Este grupo é composto por oito alunos com idade entre 15 e 20 anos.


DESENVOLVIMENTO

1º Momento
Conversa informal com os alunos sobre os tipos de músicas que eles gostam de ouvir. Eles responderam que gostam de músicas gauchescas, funck, pagode, pois são as músicas que seus pais gostam de ouvir nas rádios, quando estão em casa. Alguns alunos até cantaram as suas preferidas como “Barquinho”(gauchesca), Toca DJ (funck), etc.

2º Momento
Após, conhecermos as preferências musicais, falei para os alunos que havia trazido um cd de Música Popular Brasileira, para ouvirmos e cantarmos na sala de aula.
Hoje, iríamos iniciar com a música “Boas Festas” do compositor Assis Valente. Foi muito interessante, pois eles ficaram em silêncio, curiosos em ouvir música até o fim. Alguns disseram que conheciam a letra, mas não naquele ritmo.
Anoiteceu, o sino gemeu.
A gente ficou feliz a rezar
Papai Noel vê se você tem
A felicidade pra você me dar
Eu pensei que todo mundo
Fosse filho de papai Noel
Bem assim, felicidade.
Eu pensei que fosse uma
Brincadeira de papel
Já faz tempo que pedi
Mas meu papai Noel não vem.
Com certeza já morreu
Ou então felicidade
É brinquedo que não tem

3º Momento
Cantamos várias vezes à música e como os alunos já conheciam a letra, só tinham que entrar no ritmo certo. Alguns, disseram que parecia com samba e gostaram de ouvir.
Depois, pedi para que todos ficassem de pé em circulo e batessem palmas no ritmo da música. No inicio foi difícil, mas logo todos já acertaram o tempo certo e ficou maravilhoso.

4º Momento
Com o ritmo certo das palmas com a música, mostrei que poderíamos também acrescentar passos para representar os tempos da mesma. Perna para frente e para trás. Depois de ensaiarmos bastante, colocamos as palmas juntamente com os passos. Eles estavam empolgados com esta atividade e demonstravam satisfação em realizá-la.

5º Momento
Os alunos criaram em duplas, outras formas de arranjo, para a canção como bater palmas na mão do colega, alternando esquerda com a direita. Nos joelhos e bater as mãos, fazendo no compasso de 2 tempos. As duplas apresentavam para o grande grupo e todos repetiam a série.

6º Momento
Vamos conhecer um pouco sobre a vida do autor da música “Boas Festas”, o compositor Assis Valente. Contei a história da sua vida, e eles acharam interessante tudo o que ele passou, principalmente da parte que diz: “Escolheu o samba. Mas, veja neste nosso pais tão musical, é difícil de mais garantir o próprio sustento como compositor”.

7º Momento
Os alunos juntamente com a professora fizeram um texto coletivo da história da vida de Assis Valente, e constataram que a letra da música fala dessa dificuldade e as mudanças que ocorreram em sua vida. Alguns desenharam o compositor e outros, sobre a letra da música, “Boas Festas”.

8º Momento (Final das Atividades)
Os alunos apresentaram a música “Boas Festas”, para os colegas das outras turmas da Escola, juntamente com os trabalhos que realizaram sobre a vida do compositor da música Assis Valente.

CONCLUSÃO

Este trabalho foi muito produtivo e gratificante, pois envolveu e motivou os alunos para a realização do planejamento da aula de música, onde pude integrar outras disciplinas como português, teatro, histórias, etc.
Os alunos, mesmo desconhecendo a melodia e o ritmo da música, no primeiro momento, após ouvi-la, começaram a gostar e acharam à música “Boas Festas”, do compositor Assis Valente, mais animada e empolgante, pois a música provoca movimento e isso faz com que expressem seus sentimentos de forma natural, descontraída e prazerosa.
Percebi que dois alunos tiveram dificuldades em fazer uma série, ou seja, entrar no compasso de 2 tempos, precisando de auxílio da professora para realizá-los, por isso realizarei mais atividades com músicas, pois além de sanar tais dificuldades, ela contribui também, para o desenvolvimento cognitivo, pois trás informações, de modo espontâneo e significativo.
É importante que nossos alunos tenham ao seu alcance músicas de boa qualidade, onde possam refletir, analisar e descobrir novos caminhos construindo assim, um amanhã melhor para a sua vida, com muito mais alegria e prazer.
Abraços!!!
Shirley