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sábado, 6 de junho de 2009

Autismo

A partir da leitura do texto "Autismo: Atuais Interpretações para antigas observações" de Cleonice Bosa, pude entender um pouco mais sobre este tema. Como a autora destaca "... o autismo é uma síndrome intrigante, porque desafia o nosso conhecimento sobre a natureza humana. Compreender o autismo é abrir caminhos para o entendimento de nosso próprio desenvolvimento".
Penso que algumas características são semelhantes na maioria dos casos, mas cada autista tem o seu ritmo e características próprias. Temos que desmistificar a idéia que todo autista vive isolado, não se socializa, não aprende e que apresentam o mesmo comportamento, pois como já vimos o autismo tem diferentes graus: severo, moderado e leve, por isso é importante conhecermos este aluno e estabelecer vínculos afetivo, pois esta aproximação irá influenciar tanto no desenvolvimento, quanto na sua aprendizagem.

Certamente, não é somente os autistas que possuem ritmo e caracteristicas próprias, pois todos nós, também temos as nossas particulariedades, somos seres únicos com nossas habilidades e dificuldades para determinadas situações que vivenciamos no dia-a-dia.

É fundamental o comprometimento do professor em observar, avaliar, pesquisar e usar estratégias adequadas para cada aluno, principalmente os nossos alunos com necessidades especiais, proporcionando a eles, melhor qualidade na vida escolar e do seu dia-a-dia com a família, amigos,etc.


Abraços!!!

domingo, 24 de maio de 2009

Deficiência Física

Após a leitura dos textos sugeridos e com a minha experiência com Ed. Especial, é fundamental conhecermos os recursos e serviços (TA) que auxiliam e ampliam as habilidades das pessoas com deficiência, proporcionando a elas, melhor qualidade de vida e a sua inclusão em todas as atividades na escola e na sua vida social.
Realmente, as pessoas olham as crianças com deficiência como incapazes, com "pena", e não as desafiam a novos conhecimentos, somente realizam atividades de acordo com suas limitações.
Segundo o texto "Conhecendo o aluno com deficiência física" de Rita Bersch e Rosângela Machado, "Se propusermos situações de acordo com a limitação da criança, ela não encontrará motivos para se sentir desafiada".

Abraços!!!

domingo, 10 de maio de 2009

Atendimento Educacional Especializado


A partir das leituras realizadas na unidade 3 da Interdisciplina Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais, “O atendimento educacional deve ser realizado, preferencialmente, em sala de recursos multifuncionais da própria escola de ensino regular, o atendimento poderá ser realizado em centros ou escolas especiais, ou ainda em classe hospitalar e na residência do próprio aluno”.
A Apae realiza estes atendimentos educacionais especializados, no turno inverso, do turno de aula do aluno, para não prejudicar a freqüência do mesmo, no ensino regular, a fim de complementar e suplementar o ensino comum.
Sabemos que o ideal, era que estes atendimentos fossem realizados no turno inverso e na mesma escola, onde o aluno estuda, mas as escolas de ensino regular do nosso município possuem poucos profissionais qualificados para este trabalho.
De acordo com o texto “Atendimento Educacional Especializado – concepção, princípios e aspectos organizacionais” de Denise de Oliveira Alves e Marlene de Oliveira Gotti, “Para atuar no atendimento educacional especializado, o professor deve ter formação específica. Esta formação pode ser adquirida por meio de cursos de graduação, pós-graduação ou cursos de formação continuada, com aprofundamento em áreas específicas da educação especial”.


Abraços!!!

domingo, 3 de maio de 2009

Educação Inclusiva

Olá Pessoal!

É muito importante esta participação e preocupação de todos com relação à Educação Inclusiva e como diz no texto “\" A Inclusão e Seus Sentidos: Entre Edifícios e Tendas\", do prof. Claudio Roberto Baptista, que diz que “O movimento de inclusão tem origens que decorrem dos limites no processo de identificação dos sujeitos com necessidades educativas especiais”, concordo com esta afirmação, pois ela deve ser ampla, onde não seja apenas uma inclusão desses alunos, mas de uma transformação da escola com garantia de qualidade para todos.
A escola, ainda, está acostumada a trabalhar com a homogeneidade e nunca com a diversidade. É difícil e dá trabalho, acredito que sim, e como disse a colega Rosana no fórum da Interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais“Devemos aprender, aceitar e conviver com as diferenças, estabelecer novas formas da prática pedagógica coletiva, dinâmica e flexível e que atenda a esta nova realidade educacional”.

Abraços!!!

domingo, 29 de março de 2009

Educação Especial

Olá Pessoal!!!

Após, realizar a leitura dos textos e assistir aos vídeos propostos constatei as mudanças que ocorreram na história das pessoas com necessidades especiais no mundo e, em especial no Brasil. Percebi que a partir do século XIX, passou-se a estudar os deficientes de modo a procurar respostas para os seus problemas.
Assim, começou o que se chama de segregação institucional. O deficiente era tratado como doente em alguma instituição, excluídos da família e da sociedade, muitas vezes, passando ali, toda a sua vida.
Somente no final do século XX, houve um movimento de integração social, cujo objetivo era integrá-los em ambientes escolares.
Ainda, hoje evidenciamos pouco reconhecimento com relação aos portadores de deficiência física ou mental, pois percebemos que as pessoas demonstram certa indiferença e até mesmo medo, sem ao menos, conhece-los.
Mesmo considerando que as propostas pedagógicas contemporâneas buscam eliminar as práticas de segregação, é perceptível o estranhamento da sociedade quando nega o acesso à escola aos que tem uma condição distinta (física, comportamental, cultural...), na medida em que não provê seus espaços com condições necessárias para sua permanência e nem recursos materiais, capacitação de professores e adaptações arquitetônicas.

Abraços!!!